Bela Gil e a democratização da alimentação saudável

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Na semana passada, a convite do Plaza Niterói, participei da palestra “Introdução à Culinária Natural”, ministrada pela Bela Gil. O encontro integra a segunda edição da Temporada Gourmet 2017, realizada periodicamente pelo shopping papa-goiaba e que tem como objetivos fomentar a troca de conhecimentos e novas experiências gastronômicas.

Bela Gil se tornou uma espécie de porta-voz de toda uma turma que vem pensando no impacto das escolhas alimentares para muito além da saúde do corpo. A exposição midiática da chef, graças ao sucesso do seu programa culinário no GNT, ajudou muitíssimo a ampliar a sua mensagem, transformando-a em embaixadora da comida de verdade.

Dois anos depois da estreia na TV, e agora com restaurantes, canal no YouTube, livros de receitas, linha de produtos… ufa, Bela segue firme com seu propósito de mostrar para as pessoas que a comida pode ser um instrumento de transformação. Na palestra, ela contou um pouco sobre a sua história e os caminhos que a levaram a estudar nutrição e gastronomia, e como a comida mudou a sua vida.

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“Eu uso o fascínio pela culinária, muito presente, hoje, na TV, para falar sobre outros aspectos da alimentação, para além da comida. Eu luto pela democratização da alimentação saudável, para que todos tenham esse poder de escolha”.

Bela Gil destacou três pontos de reflexão e ação que podemos já colocar em prática para começarmos a mudar os nossos hábitos: 1. o cuidado com que nós (as empresas, produtores e toda a cadeia produtiva) devemos ter com a terra; 2. a redução do consumo de alimentos ultraprocessados; 3. e a atenção redobrada com os rótulos.

“Cuidar da terra significa ter o prato diversificado. O campo não vai mudar se a gente não mudar a nossa dieta. Quando optamos por orgânicos, por exemplo, além de investir na saúde, estamos ajudando produtores e o meio ambiente”.

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Ao falar sobre os ultraprocessados, Bela pontuou que o ônus dessas escolhas é muito grande para a nossa saúde, pois são alimentos recheados de corantes, conservantes, realçadores de sabor… com pouca qualidade nutricional. Os rótulos, claro, estão repletos de pegadinhas que nos fazem acreditar que estamos comprando alimentos “caseiros”, “artesanais”, “naturais”…

Tudo para que os alimentos durem mais e pareçam mais frescos do que são. E o resultado vocês já sabem, né? Cada vez mais pessoas com doenças crônicas e obesidade.

Por isso, a melhor saída é cozinhar mais em casa. Preparar você mesmo os seus alimentos. Ter o conhecimento de quanto sal, açúcar ou gordura vai num determinado preparo, e ter o poder de escolha sobre quantidades, e se realmente vai querer fazer aquele prato.

O caminho para uma dieta mais saudável, baseada em alimentos frescos e não processados, passa diretamente pela cozinha e pela nossa disposição em pôr a mão na massa. Lembrando que descongelar uma lasanha ou abrir uma lata de atum não é cozinhar… pior: se não houver essa mudança, quem vai ensinar as próximas gerações a cozinhar?

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Crédito das imagens: Fabíola Lima.

Plataforma permite simular futura matriz elétrica brasileira

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Estimativas oficiais apontam que até 2025 o Brasil precisará aumentar cerca de um terço de sua produção de energia para atender as demanda de eletricidade. Mas como será formada a nossa matriz? Dependendo dos tipos de fonte, os custos poderão ser maiores ou menores, assim como os prejuízos ao meio ambiente.

A plataforma #Quantoé? Gerar Energia, criada pelo Instituto Escolhas, permite que qualquer pessoa simule a montagem deste cenário, utilizando sete possibilidades de energia que atualmente compõem o Sistema Integrado Nacional (SIN): hidrelétrica, solar, eólica, térmica a biomassa, térmica a gás natural, térmica a carvão e nuclear.

O simulador ainda informa o valor necessário dos investimentos e qual seria o valor na sua conta de energia por megawatt-hora com base na distribuidora de energia da região onde mora, conforme explica Sérgio Leitão, diretor de Relacionamento com a Sociedade do Instituto Escolhas e coordenador da plataforma:

 

“Tem o custo do investimento e tem o custo da operação, que é o quanto cada fonte dessas custa para funcionar na prática. A soma do custo do investimento mais o custo da operação está por trás do conjunto de dados e cálculos que quando pessoa começa a manipular a plataforma #Quantoé? Gerar Energia, vai ter uma informação segura, qualificada e estruturada para que possa conseguir fazer o cálculo da sua opção de quanto vai significar em termos de investimento para o país”.

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Leitão também destaca que a ferramenta é uma maneira de popularização do tema e até de conscientizar as pessoas sobre a importância de uma matriz limpa:

“É uma plataforma bastante interessante porque permite as pessoas tomarem mais ciência e informação de um assunto extremamente relevante, que faz parte de nosso dia a dia, e que quando faz falta nos deixa absolutamente sem ter o que fazer, porque perdemos a noção daquilo que antigamente fazia parte do dia a dia da vida das pessoas. Com isso, não sabemos o quanto está custando, quanto isso significa em termos de impactos ambientais e sociais, e quanto isso gera de externalidades”.

A plataforma é um meio de tangibilizar para a sociedade um conjunto de dados e informações, para que as pessoas possam ter o controle social desta informação sobre um setor que é vital para o crescimento sustentabilidade do país.

A ferramenta ainda traz informações sobre o processo de geração de energia no Brasil, bem como a explicação sobre o que é cada uma das fontes apresentadas e como é possível entender como funciona a conta de luz. Conheça a #Quantoé? Gerar Energia aqui.

O Brasil é mais rural do que se imagina

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Ana Maria Dias

Eu poderia começar este post com um subtítulo do tipo “eu já sabia!”… fato da vida é que, segundo uma avaliação do IBGE, o Brasil é mais rural do que se supõe atualmente.

O instituto lançou nesta segunda-feira, 31 de julho, uma nova proposta para uniformizar a classificação de áreas urbanas e rurais, retratada na publicação Classificação e caracterização dos espaços rurais e urbanos do Brasil – uma primeira aproximação.

De acordo com a nova proposta, 76% da população brasileira residiria em “zonas urbanas” em 2010, enquanto, segundo a classificação adotada atualmente, 84,4% dos habitantes do mesmo ano moravam nas cidades. O que, para qualquer um que vive ou conhece um pouco dos interiores deste gigante país, não faz o menor sentido…

O objetivo do estudo é promover uma discussão sobre os critérios de distinção entre rural e urbano até 2020, para que seja possível aprimorar a divulgação do próximo Censo Demográfico.

O IBGE reconhece que a questão toca em pontos sensíveis, o que deve gerar um debate na sociedade. Atualmente, cada município define através de legislação municipal própria o que é considerado zona urbana e zona rural.

A classificação determina a forma de incidência de tributos. Na área urbana é cobrado o IPTU, recolhido para os cofres municipais, enquanto que na área rural a arrecadação é federal, explicou o órgão. Aí a gente já começa a entender como chegamos a estes 84% de população urbana no país…

A proposta do IBGE adota três critérios básicos para a elaboração da nova classificação: a densidade demográfica, a localização em relação aos principais centros urbanos e o tamanho da população. Após análise dos critérios, os municípios foram caracterizados como “urbanos”, “rurais” ou “intermediários”.

A metodologia aplicada segue as mesmas orientações de organizações internacionais como a União Europeia, e a de países como os EUA, o que permitiria a comparabilidade dos resultados brasileiros.

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Com informações do site da Isto É (Estadão Conteúdo).

 

Revolta da Cachaça Fluminense

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Para a edição de julho da revista eletrônica da Junta Local, escrevi uma matéria bem bacana que aqui divido com vocês. O texto fala sobre a polêmica lei estadual no Rio de Janeiro que obriga estabelecimentos que vendem destilados a comercializar, pelo menos, quatro rótulos produzidos no estado.

Um bar, por exemplo, que não cumprir a medida pode perder o direito a benefícios que dependam da autorização do Poder Executivo, como anistia de dívidas, empréstimos e renúncia fiscal…

A medida deixou empresários, comerciantes e até produtores revoltados! Confira o texto completo aqui e saiba mais sobre a “lei da cachaça”.

A Terra Vermelha e as tensões no campo

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Uso indiscriminado de agrotóxicos, plantações de eucaliptos em áreas de mata nativa, relações de trabalho no meio rural, saúde pública, acesso a educação… este é o cenário de A Terra Vermelha (La Tierra Roja), que conta a história da delicada relação de Pierre, funcionário de uma madeireira, e Ana, professora e ativista em prol da saúde da população de povoado no interior da Argentina.

Assisti a este belo filme quase sem querer neste fim de semana, sem ler sinopse ou ter ouvido falar dele. Além da grata grata surpresa em si, a obra trouxe para a reflexão vários elementos ligados a questões do campo,  indispensáveis para quem trabalha, estuda ou é entusiasta sobre a temática dos conflitos no meio rural.

O longa, lançado em 2017 no Brasil, tem a direção de Diego Martinez Vignatti e atuação de Geert Van Rampelberg, como Pierre, e Eugenia Ramírez Miori, como Ana.

Emulação alimentar – como voltar ao real?

Há alguma semanas, eu conheci o Lucas Della Iglezia, um dos sócios da Cachaça Curtida, num desses encontros facebookianos, sendo a comida de verdade e a filosofia slow food esse ponto de atração que nos uniu. A Curtida resgata uma antiga tradição de criar infusões de cachaça com frutas e ervas, sem corantes, flavorizantes ou sabores artificiais.

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Papo vai, papo vem, o Lucas, que é também um entusiasta da ecogastronomia e fã de sabores verdadeiros, me presenteou como este belíssimo texto que divido com vocês aqui no blog. Confiram:

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Emulação alimentar – como voltar ao real?

Não quero vir aqui para ditar regras ou para fazer ninguém parar de comer o que come ou levar uma vida 100% regrada e bitolada no que deve ou não deve comer. Minha ideia, com as palavras que trago abaixo, é somente indicar alguns fatos que passam despercebidos pelas pessoas no dia-a-dia, mostrando que existem formas de fazer melhor – e sem muita complicação, claro.

Vamos falar sobre produtos industrializados, uma realidade que não vem de hoje. Desde o aumento populacional nas grandes cidades, as indústrias vem achando formas de conservar melhor os alimentos – agora com origem mais distante dos grandes centros urbanos – e mantê-los “frescos” por mais tempo.

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Mas foi por volta dos anos 50 que a onda de enlatados, congelados e fast foods vieram à tona. Esse quadro é reflexo de uma sociedade que vive cada vez mais sem tempo para preparar seu próprio alimento em casa, fazendo com que a cozinha seja um cômodo esquecido em nossos lares – muito diferente do que era antigamente, acreditem!

Curiosamente, de um tempo pra cá, temos visto uma ascensão de movimentos a favor do chamado slow food, dos alimentos orgânicos e do retorno das pessoas para suas cozinhas. Mas será que isso está presente em todos os alimentos? Ou melhor: será que está presente nas bebidas também?

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Digo isso pois é muito comum vermos uma família unida na preparação de um belíssimo pão caseiro, comendo o mesmo com um queijo orgânico… mas bebendo uma caixa de suco artificial, águas saborizadas industriais e os famigerados refrigerantes.

Mesmo que não pareça, existem perigos escondidos em muitas dessas soluções ditas “saudáveis” pela indústria. Vamos ver alguns deles?

As bebidas industriais “naturais”
Vamos começar assumindo que grande parte dos sucos industriais (e estou falando sobre os de caixinha, já que suco em pó é açúcar com corante e sabor artificial) contêm quase ou o mesmo tanto de açúcar que refrigerantes, fazendo com que não sejam uma opção tão mais saudável assim.

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No entanto, uma das grandes promessas para uma vida mais saudável, longe da quantidade de açúcares dos refrigerantes e sucos industrializados, se encontra nas águas saborizadas. Geralmente gaseificadas, com baixo ou nenhum teor de gordura e calorias, são geralmente as primeiras opções na mesa de quem busca uma vida mais saudável.

O próprio benzoato de sódio, aliás, vem sendo alvo de estudos. Entre eles está a pesquisa publicada pela agência de alimentos do Reino Unido no ano de 2007, que indica a relação entre o benzoato com o aumento de casos de hiperatividade em crianças.

Cores e sabores fantasmas
Não é difícil ver também a quantidade de bebidas que são “coloridas artificialmente” e que possuem “sabor artificial de…”. Muitos desses corantes são sim de origem orgânica, mas ainda existem produtos amplamente utilizados na indústria que provém de compostos químicos inorgânicos.

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Um exemplo é o corante conhecido como o azul brilhante FCF. Esse corante sintético é obtido através de hidrocarbonetos derivados do petróleo e amplamente utilizado em produtos que requer uma coloração azul, como o Curaçau Blue, por exemplo.

O vermelho 40 também não é um corante de origem natural, mas sim de um composto petroquímico, que está sendo associado ao aumento de hiperatividade em crianças e já foi banido em países como Alemanha, Áustria e França.

Largamente utilizados, os aromatizantes e flavorizantes estão presentes em grande maioria dos produtos industriais, tanto por serem raras as reações adversas como também pelo baixo custo em sua utilização, já que são empregados em pequenas concentrações.

Geralmente eles podem ser naturais, provenientes de extratos de plantas e frutas, ou artificiais, vindos de bálsamos, álcoois aromáticos e afins.

O único problema é: você não está consumindo nada mais o que um fantasma do que era aquele produto. Quando você come uma geleia “sabor morango” não é a mesma coisa que comer uma geleia que contenha a fruta mesmo. Ou então quando você bebe uma cerveja com “aroma artificial de algo”, uma cachaça com “sabor idêntico de fruta”… esses produtos simplesmente não trazem a real experiência do alimento/bebida para seu corpo.

O que pode ser feito para sair do artificial?
Novamente digo aqui: não vamos montar uma inquisição contra os produtos industrializados. Sabemos como muitos desses produtos podem facilitar a vida da gente, agilizar muitos processos do nosso dia e, se consumidos sem exageros, não farão mal algum.

No entanto, existem formas de conseguir um produto tão saboroso quanto e melhor: um produto real, com sabores e cores reais.

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Uma forma de fazer isso é produzindo a sua própria água saborizada. Tudo o que você precisa é de água e a fruta de sua escolha. Que tal preparar uma jarra de água com laranjas em rodelas? Após algum tempo, a água irá adquirir o gosto da fruta – e você pode até trocar a água por água gaseificada e fazer um “refrigerante natural”.

Ou então troque o suco de frutas de caixa por suco de frutas com FRUTAS. Esprema ou bata tudo no liquidificador, adicione umas pedras de gelo e sinta o sabor verdadeiro da fruta. Uma solução mais prática e mais saudável que o suco de caixa é utilizar as polpas de frutas que vem congeladas também.

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Quer beber uma “Ice” mais natural e com fruta de verdade? Pegue a receita da água saborizada acima, troque a água por cachaça ou vodca, adicione um pouco de açúcar e deixe descansando por algumas semanas. Você terá uma vodca ou cachaça curtida com frutas reais, sem aromatizantes, sem cores artificiais!

Tente fazer essas receitas e compare o industrial versus o caseiro. Dê ao seu paladar a chance de conhecer o real sabor das coisas!

Conheça a Rota do Chimarrão

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Símbolo da tradição gaúcha, o chimarrão é uma herança cultural dos índios guaranis e se mantém presente no dia a dia não só de quem vive no Rio Grande do Sul, mas também nos estados vizinhos e países como Paraguai, Uruguai e Argentina. Atualmente, estima-se que 11 milhões dos que residem no estado consumam a bebida, feita apenas de água quente e erva-mate, mas cheia de truques que a tornam especial.

De olho no potencial turístico da cultura do mate, a cidade de Venâncio Aires, considerada a “Capital Nacional do Chimarrão”, criou a “Rota do Chimarrão”. Localizada na Região do Vale do rio Pardo, o município de 65 mil habitantes produz cerca de 3,5 mil toneladas de erva-mate por ano e é também o maior produtor de tabaco do país.

A movimentação econômica gerada pelo mate rendeu à cidade não só o título de capital da bebida, como também a criação da Feira Nacional do Chimarrão (Fenachim), realizada anualmente, no mês de maio. A “Rota do Chimarrão” inclui cinco atrações, como a “Escola do Chimarrão” e o “Museu Agrícola”. Confira as opções de visita:

Escola do Chimarrão

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Parece fácil, mas o preparo da bebida tem várias artimanhas e nessa escola os visitantes podem participar de uma aula para aprender a fazer até 36 tipos diferentes de “chimas”. Entre o preparo e o momento de consumir o chimarrão, há outras informações importantes que também são repassadas, como as regras de etiqueta para compartilhar o mate. Além dos ensinamentos, quem faz o tour conhece a história, o processo de fabricação e os dez mandamentos do chimarrão.

Casa do Mate
Depois de aprender a história e dominar todo o processo de produção do chimarrão, quem quiser levar para a casa essa tradição, vai precisar dos utensílios corretos. Por isso, a dica é passar na Casa do Mate, logo na entrada de Venâncio Aires. Cuias, bombas, térmicas, erva de diversos fornecedores e suvenires estão à venda para os fãs.

Museu Agrícola

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Neste museu, os visitantes poderão ver as peças antigas utilizadas na lavoura e nas casas dos homens que trabalhavam na roça. Ali se preserva o trabalho dos colonizadores que fizeram de Venâncio Aires sua terra. Com belas paisagens e animais de fazenda, o passeio complementa a Rota do Chimarrão com o clima rural.

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Na Praça Thomaz Pereira, ao lado da Igreja São Sebastião Mártir, está o monumento que é um dos principais cartões-postais de Venâncio Aires. A escultura em metal reproduz uma cuia, mas também auxilia no preparo dessa bebida típica. Em seu interior há uma esfera de metal com serpentina, que faz com que haja o fornecimento de água quente e fria nas torneiras localizadas nos suportes do monumento.

Artesanato e flores

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A Rota do Chimarrão inclui ainda uma parada na loja Artesanato Ideias Mil e na Floricultura Flor da Terra, ambos localizados em meio a uma paisagem cercada por ervateiras. Na loja de artesanato, são vendidos objetos diversos de decoração, feitos em crochê, jornal, madeira e algumas pinturas. Logo ao lado está floricultura com uma variedade de plantas e flores.

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+ Com informações do Ministério do Turismo.