3 Perguntas para Pedro Butelli e Vinicius Kfuri

hocus pocus

Há pouco mais de dois anos, os amigos Pedro Butelli e Vinicius Kfuri uniram uma paixão em comum e começaram produzir cervejas em casa. Assim nasceu a Hocus Pocus, microcervejaria que conta com dois deliciosos e instigantes rótulos: a Magic Trap, uma deliciosa Belgian Golden Ale de sabor forte e frutado; e a APA Cadabra, American Pale Ale leve, seca e com aromas que lembram maracujá e pêssego.

Atualmente, a Hocus Pocus produz suas cervejas nas fábricas da Allegra e Antuérpia, e já chega a 3 mil litros por mês. Os chopps podem ser encontrados em vários bares da capital fluminense (confira na fanpage) e no próximo dia 30/04, o BARRIL levará a Magic Trap também para Niterói. Pedro e Daniel serão palestrantes no encontro cervejeiro promovido pelo Caipirismo, que acontecerá no LaBière Pub, em São Francisco. Confira abaixo o bate-papo que rolou com a dupla, uma prévia do que está por vir!

1. Como surgiu a ideia (e o nome!) da cervejaria?
Desde as primeiras produções caseiras nós tínhamos esse sonho de ter uma cervejaria, mas ainda era algo muito distante, meio que inatingível. Com o tempo, refinamos as receitas e começamos a participar de concursos de cerveja artesanal. Quando a Magic Trap ficou em primeiro lugar e uma English Mild que fizemos alcançou a primeira posição em dois concursos diferentes, começamos a pensar que, talvez, nossas cervejas pudessem ter uma aceitação legal por aí, e resolvemos levar mais a sério a ideia. O nome faz referência a várias coisas, mas a que eu mais gosto é de uma música que estávamos ouvindo enquanto pensávamos nisso. É a “Hocus Pocus”, de uma banda holandesa chamada Focus.

2. Quais são os principais desafios para produção e comercialização das cervejas Hocus Pocus?
Impostos, falta de capacidade ociosa de cervejarias, impostos, montante de investimento necessário para abrir sua própria cervejaria, impostos, fornecimento de lúpulo de qualidade e impostos! Uma parcela gigantesca do preço que pagamos nos bares vem da tributação. É por isso que, hoje, não é tão comum ver o pessoal comprando um “6-pack” de cervejas artesanais pra se tomar vendo um jogo de futebol, por exemplo. Essas seis cervejinhas podem custar quase 100 reais. Mas estamos brigando para mudar isso.

3. Como tem sido a recepção do consumidor, cada vez mais exigente?
Tem sido ótima! Acho somos tão exigentes com as nossas cervejas que a busca do público por cervejas melhores, bem feitas e bem pensadas acaba trabalhando em nosso favor. Quanto mais exigente o público for, melhor para nós =)

+ Confira a entrevista com Daniel Conde Perez, que também participará do BARRIL.

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