10 tendências gastronômicas para 2016

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O gigante norte-americano do varejo orgânico, Whole Foods, lançou no finalzinho do ano passado uma lista com as 10 tendências gastronômicas para 2016. Abaixo, listei os tópicos em uma livre tradução e incluí também um breve comentário em cada um. Confira!

1. Veggies como protagonistas
Antes meros coadjuvantes em pratos onde a carne é a estrela, hoje, as verduras e legumes começam a ganhar destaque, inclusive roubando a cena do show, tornando-se as protagonistas dos menus.
+ No Rio, o Naturalie não é uma opção vegana xiita, mas pega carona nessa onda e surpreende no cardápio criativo e saboroso.

2. Cortes de carne e frutos do mar incomuns
Cortes que vão além da picanha e filé mignon… ou peixes que não sejam atum, salmão, bacalhau… trata-se de uma tendência que preza pelo aproveitamento integral do animal e também pela redução do desperdício de pescado, valendo-se de tudo o que chega nas redes de pesca.

3. Vinho em lata
Muitos torcerão o nariz, sobretudo os enochatos, mas nos EUA, os vinhos em lata são a aposta de parte do setor, com foco na “conveniência” e “praticidade”, para ser consumido facilmente em programas ao ar livro, por exemplo.

4. Alimentos e bebidas fermentados
A comida viva, fermentada, probiótica… poderá estar também mais em evidência, como o kombucha, kimchi e outras iguarias ainda exóticas, mas não raras de se encontrar aqui no Brasil.
+ No Rio, o pessoal do K. Probióticos faz kombuchas, shakes de kefir, entre outros fermentados.

5. Mais alimentos livres de transgênicos
A busca por alimentos orgânicos, na verdade, não é uma tendência, mas a novidade é que cada vez mais pessoas estão se conscientizando e buscando alimentos orgânicos, puxando todo um setor, antes periférico, para um patamar mais “mainstream”.
+ Conheça o Circuito Carioca de Feiras Orgânicas e saiba onde encontrá-las.

6. Laticínios provenientes de gado criado a pasto e suplementos proteicos
Por aqui, as pessoas nem sabem ao certo a diferença, mas nos EUA já rola uma discussão grande sobre o modo de criação dos animais: confinados, comendo ração, ou criados solto, no pasto. E, claro, já há todo um mercado de alimentos “range free” em expansão.

7. Alimentos desidratados
Aqui no Brasil só conhecemos algumas frutas desidratadas, como uva e banana, mas lá na terra do Tio San, a variedade é mais ampla e não se restringe só às frutas. Tem carne vermelha (jerked beef, que lembra carne seca), peixe, legumes… e estão mais populares também em criações culinárias.

8. Farinhas sem glúten
A moda das dietas sem glúten nos últimos anos fez com que todo um mercado de farinhas surgisse, e junto com elas, um monte de receitas novas como farinha de arroz, de grão de bico, aveia etc.
+ No Instagram, o perfil Sem Glúten Com Sabor avalia produtos e ensina várias receitas.

9. Sabores do Oriente
As novidades vindas da Ásia parecem nunca ter fim. Para além do yakisoba e dos rodízios japoneses, tem muita coisa nova caindo no gosto do povo, como o uso mais amplo de algas, o kimchi da Coreia do Sul e também temperos, pimentas, raízes mil…

10. “Culturas de herança”
O post refere-se a “culturas de herança” para denominar variedades de alimentos que não são tão populares, sementes crioulas e plantas alimentícias não convencionais (pancs), por exemplo.
+ O livro Plantas Alimentícias não Convencionais (Pancs) no Brasil é a primeira obra dedicada às pancs, com um catálogo de fotos e explicações científicas de 351 espécies de plantas.

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