Não desperdice alimentos!

 

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Crédito da imagem: Instituto Feira Livre

O que vem em mente quando você lê alguma coisa sobre mudanças climáticas? Acha que o problema está distante de você e só diz respeito à indústria? Já parou para pensar que muito desse papo tem a ver com comida e sobre todo o caminho que o alimento faz para chegar até a ponta do seu garfo? Pode parecer difícil de mensurar, mas dá pra imaginar o quanto de desperdício tem nesse percurso, né?

Qual é o impacto de uma sacola com restos da salada que vai para o lixo frente a outros elementos que contribuem para o aumento dos gases de efeito estufa, como a queima de combustíveis fósseis? Pode parecer pouco, mas nós – eu, você e um monte de gente – estamos desperdiçando muito, em escala global!

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Crédito da imagem: Instituto Chão

Como definifo pelo The Climate Lab, o desperdício de comida é, realmente, “o problema mais idiota do mundo”. Mais de um terço de todos os alimentos produzidos globalmente é desperdiçado ou estragado e, lamentavelmente, uma em cada nove pessoas sofre de desnutrição crônica neste planeta.

Segundo dados da FAO, a quantidade de terra dedicada à produção de alimentos desperdiçados seria o segundo maior país do mundo! A questão é: como toda essa terra pode ser usada para produzir alimentos que nunca chegam ao seu destino final?

A boa notícia é que reduzir o desperdício de alimentos é relativamente fácil em nível individual e aqui estão algumas maneiras fáceis de começar:

1. Seja realista sobre a quantidade de alimentos que você consome. Planeje as suas compras e compre o necessário. Vale a regra de ouro: nunca vá ao mercado com fome! Outra dica: faça compras pequenas e frequentes.

2. Não exagere na hora de cozinhar, mas se a receita der para um batalhão, use a criatividade para aproveitar as sobras no famoso SOS (sobras de ontem sortidas). A Rita Lobo pode te ajudar com várias dicas de como remixar o almoço de ontem….

3. Aprenda como armazenar os alimentos corretamente. Soa óbvio? Certifique-se de que você sabe quais frutas e vegetais devem ser armazenados à temperatura ambiente, e que você pode colocar na geladeira ou freezer para que eles durem mais.

4. Reduza o uso de embalagens comprando a granel ou escolhendo produtos soltos. Vai comprar frutas e legumes? Evite o saquinho plástico e coloque-os direto no carrinho. Depois de pesá-los, eles podem ir direto para a sacola de compras, por exemplo…

5. Compostagem: se você quiser ir além, a compostagem transforma restos de comida em ricos nutrientes para a sua horta ou jardim, e mantém os resíduos orgânicos fora dos aterros sanitários. Veja como fazer nessas dicas do site Sempre Família.

6. E por fim, descubra se no seu bairro ou cidade existem programas de doações de alimentos, como o Sesc Mesa Brasil.

 

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Ugly Delicious: comida, reflexão e humor

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Há algumas semanas, Ugly Delicious começou a aparecer como sugestão na telinha do Netflix… salvei na “Minha Lista”, mas não dei muita importância. Um dia desses, quase que por instinto naquele mar de opções de séries e filmes, resolvi assistir. E pirei! Pirei muito!

Não tinha ideia do que era a série, muito menos que David Chang, Morgan Neville e Peter Meehan estavam por trás dessa produção altamente criativa e divertida que, claro, gira em torno da comida. A primeira temporada traz oito episódios, cada um com um tema central: Pizza; Tacos; Cozinhando em Casa; Camarão e Lagostim; Churrasco; Frango Frito; Arroz Frito; e Recheadas.

A cada capítulo, Chang, que assume o papel de mestre de cerimônias, vai construindo um grande ensaio sobre comida e cultura na forma de conversas e visitas a diferentes restaurantes em diferentes cidades e países… reunindo chefs, críticos gastronômicos, artistas e pessoas comuns. Parece meio esquizofrênico? Não se preocupe. Pegue na mão do David e deixe ele te conduzir nessa deliciosa narrativa que, como o nome diz, não trata – somente – de alta gastronomia e estrelas Michelin.

O primeiro capítulo, sobre pizza, é arrebatador! O que é pizza nos dias de hoje? A autenticidade da pizza napolitana ainda tem importância? Você sabia que no Japão existem pizzas maravilhosamente incríveis? E a pizza do Domino’s e a relação afetiva que as pessoas têm com ela? Como lidar com a “apropriação cultural” na gastronomia? Adaptar um prato tradicional é desrespeitoso ou inteligente?

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E o baile segue nos capítulos seguintes… depois de assistir ao episódio do churrasco, você descobrirá que o conceito de grelhar no fogo vai muito além da picanha, linguiça e asinha de frango… depois de assistir o do arroz frito, que conta com a editora do Eater-NY, Serena Dai, você nunca mais verá a junk food ou a comida chinesa de raiz com os mesmos olhos…. depois do episódio sobre camarão e lagostim, você vai refletir sobre imigração e o poder da comida como elemento de integração social.

Esta é uma série que capta a beleza singular das mulheres mexicanas ao amassar tortilhas, mas também não hesita em entrar pelo “drive-through” do Taco Bell. Chang reconhece que uma pizza feita com amor no Brooklyn, como a do Lucali, é melhor do que aquela que você vai comprar na Domino’s. Mas ele também reconhece que o gosto da pizza do Domino’s é bom…

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Muitos programas de TV com chefs famosos são implicitamente orientados para o ego deles, como gênios gastronômicos. Aqui, Chang é só um facilitador e guia que orienta a conversa e divide o prato com com alguns amigos (muito famosos), como Aziz Ansari, Jimmy Kimmel, Steven Yeun, Ali Wong, David Simon, René Redzepi e Gillian Jacobs, entre outros.

Ugly Delicious é uma série impulsionada pelo interesse de Chang, assim como os interesses de outros especialistas, como Meehan, em não apenas provar as porções que são colocadas na frente deles, mas realmente descobrir por que certos tipos de comida são tão pessoais e culturalmente específicas, mesmo quando estão sendo apropriadas e modificadas para atender aos consumidores em um outro país.

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Estamos falando de um programa altamente informativo, muito divertido e enriquecedor. Resumindo: é uma excelente pedida tanto para gastrônomos que piraram no Chef’s Table quanto para amantes de Big-Mac que não estão muito ligados no debate, mas querem um momento de diversão na telinha…

Se você chegou até aqui e vai se sentar para assistir Ugly Delicious, pelo amor de Deus, faça uns lanches, de preferência relacionados ao tema de cada episódio, para acompanhar a série. Caso contrário, ao final, você vai querer varrer a sua geladeira, ligar para pedir comida ou sair pelas ruas atrás de um restaurante ou mercado.

Para quem já assistiu e ficou curioso, o site Food&Wine fez uma lista com os endereços de todos os restaurantes mostrados na primeira temporada. Divirta-se!

Bacon é bacon, soja é soja!

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“Açougue vegano”… outro nome terá de ser pensado na lojas francesas (crédito da imagem)

Na França, “bacon vegano” não pode mais ser chamado de… bacon. Reconhecido pela luta contra anglicismos no seu vocabulário, o país tem, agora, um novo alvo linguístico: os produtos veganos. O parlamento francês proibiu, recentemente, o uso de termos que se referem a alimentos de origem animal em embalagens de comida vegana, como “leite de soja” e “queijo de castanha de caju”.

A justificativa é que os nomes podem confundir os consumidores e leva-los a pensar que o “leite de soja”, por exemplo, é realmente um produto lácteo. Não é dos argumentos mais consistentes, mas por outro lado, eu acho uma tremenda incoerência associar produtos veganos com o universo carnívoro…

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Isso não é um bife… (crédito da imagem)

“Açougues veganos” decorados com cutelos e tábuas, “salsichas veganas” que tem “o mesmo gosto da original”… deveriam soar quase como uma ofensa para os veganos militantes. Estes produtos deveriam se destacar pelos próprios atributos e sabores, e não emular seus equivalentes de origem animal.

“É importante combater falsas alegações”, twittou Jean Baptiste-Moreau, membro da Assembléia Nacional, que propôs a proibição. “Nossos produtos devem ser designados corretamente: os termos #queijo ou #carne serão reservados para produtos de origem animal.”

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Leite de soja não é leite (crédito da imagem)

 

Moreau se inspirou em uma decisão do Tribunal de Justiça Europeu, em 2017, que afirma que produtos de soja e tofu não podem ser vendidos como leite ou manteiga. Vale destacar que produtores de carne europeus têm feito um lobby forte para proibir termos baseados em animais de alternativas vegetarianas de carne por anos.

E eles têm motivos para se preocupar. A Alemanha é líder mundial na produção de alimentos veganos e a França não está muito atrás. Se as empresas se recusarem a cumprir a nova regra da França, elas poderão ser multadas em até € 300 mil.

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+ Com informações do Grist.

 

3 Perguntas Para Vera Masagão Ribeiro

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Crédito da imagem: divulgação

Conheci os azeites OLIQ em uma das edições da Junta Local, há quase dois anos, e foi amor à primeira vista. Imaginem um azeite artesanal fresquíssimo, com personalidade e feito aqui no Brasil! Pois é, a região da Serra da Mantiqueira, na divisa entre os estados de Minas Gerais e São Paulo, está vivenciando um nascente movimento de produção de azeites locais, a partir de oliveiras cultivadas lá mesmo, adaptadas ao clima das montanhas.

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Crédito da imagem: Junta Local

Hoje, o território conta com uma penca de empreendedores rurais e lagares (maquinário para extração de azeite) que, juntos, estão ensaiando uma silenciosa revolução no consumo de deste “ouro líquido” em território nacional. Para saber mais dessa história, conversei por e-mail com a Vera Masagão Ribeiro, uma das sócias do OLIQ, que nos conta nas próximas linhas um pouco dos desafios e prazeres da nova olivicultura brasileira.

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Crédito da imagem: Leonardo Finotti

1. Por que oliveiras e azeites?
Cristina Vicentin, uma das sócias da OLIQ, é de Paraisópolis (MG) e herdou da família um pedaço de terra nos altos do Coimbra, em São Bento do Sapucaí (SP), município vizinho, já no estado de São Paulo. Ela tinha o desejo de produzir algo na terra e lembrou-se da infância, de comprar azeitonas produzidas na região, no mercado municipal. Cristina foi uma pioneira ao iniciar um dos mais antigos pomares comerciais na Mantiqueira, em 2003. Pelas mãos dela, eu e Antônio Augusto Gomes Batista, meu marido e sócio da OLIQ, chegamos à região e nos apaixonamos pela paisagem, pelas pessoas e pela possibilidade de cultivar oliveiras. Em 2013, compramos uma fazenda próxima a da Cristina e plantamos os primeiros mil pés. No ano seguinte, montamos o lagar, nos associamos na criação da Marca OLIQ e, desde então, estamos juntos nessa aventura.

2. Como é estar a frente de uma iniciativa tão inovadora em solos tupiniquins?
Os desafios são muitos, especialmente na área agronômica, pois, para uma cultura perene, 30 anos de pesquisa, que é o que a Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (EPAMIG) tem nas costas, é muito pouco em termos de conhecimentos. A EPAMIG pesquisa cultivo de oliveiras em sua fazenda experimental, em Maria da Fé. Nós ainda precisamos acumular muito conhecimento científico e prático… Imagine uma comparação com a cultura do café, que tem mais de 100 anos no Brasil. No caso da olivicultura de montanhas, os conhecimentos acumulados na Europa não são aplicáveis aqui sem adaptações, pois o clima e o solo são diferentes. Por outro lado, o fato de ser uma inovação no campo da agricultura tem suas vantagens, pois desperta a curiosidade e o interesse dos consumidores e da mídia. O desafio é chegar a ser conhecido das pessoas, mas quando elas ficam sabendo, se interessam e vão atrás.

Além do desafio agronômico, produzir bem, de forma integrada e idealmente orgânica, temos um desafio grande que é o preço, ainda muito alto, pois a nossa produção é pequena e artesanal. Por conta da topografia montanhosa, o trabalho de trato e colheita é quase todo manual. Isso encarece o produto, mas também agrega valor humano e ecológico. Não é uma commodity, é um alimento cuja produção envolve pessoas, paisagens e um saber fazer que se constrói. Procuramos mostrar isso para os consumidores, que têm cada vez mais buscado alimentos que tenham uma origem e contem histórias, e não sejam apenas commodities.

3. O que há de tão inspirador na olivicultura e na produção de azeites?
O azeite de oliva é um alimento milenar. Originário do mediterrâneo, ganhou o mundo e está nos hábitos alimentares de muitos povos. É um solvente poderoso, por isso assimila os aromas e sabores daquilo que entra em contato e funciona tão bem como tempero. Da mesma forma, a olivicultura, para se expandir pelo planeta, tem que absorver os aromas e sabores de cada terroir, de cada povo. Isso é mágico e essa é a ideia que nos inspira: integrar o universal ao espírito único das nossas montanhas, produzindo um alimento original e fresco para o consumidor brasileiro.

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Crédito da imagem: Junta Local
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Crédito da imagem: Leonardo Finotti
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Crédito da imagem: Leonardo Finotti

10 lugares para comer muito bem em Nova Friburgo

Ah, Nova Friburgo! Como não amar este incrível município localizado na região serrana fluminense, conhecido como a “Suíça Brasileira”? Rota de fuga do calor delirante do verão carioca e destino romântico para ficar agarradinho no inverno, Nova Friburgo é o lugar ideal para quem curte o frio das montanhas, o contato com a natureza e, claro, os prazeres da mesa!

É por isso que compartilho aqui esta valiosa lista restaurantes, bistrôs e bares já visitados e aprovados por este que vos escreve. Se Nova Friburgo está nos planos da sua próxima viagem, creio que esta seleção dos 10 lugares para comer bem em Nova Friburgo será muito útil! Confira:

1. Trilhas do Araçari (Debossan)
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O Trilhas do Araçari é uma experiência completa. Comida vegetariana maravilhosa, ambiente rústico aconchegante e um gramado com horta orgânica enorme emoldurando a paisagem. Recomendo ir no almoço para experimentar o buffet vegetariano sem pressa; curtir a tarde e acalmar a alma se esticando em uma das redes da casa.
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Rua Gertrudes Stern, s/n, Debossan – Nova Friburgo
Tel: (22) 2519-5694

2. Viva Rô (Mury)
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O Viva Rô é um restaurante especializado em cozinha alemã, com um cardápio que muda semanalmente e inclui truta, kasseler, coelho, pato, cordeiro e também tortas e pães com forte sotaque germânico. O restaurante, sempre lotado nos fins de semana, é fruto da união da garçonete brasileira Rosane Salcedo com o chef austríaco Harald Riedmann. Imperdível!
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Av Apolonia Pinto, 505, Mury – Nova Friburgo
Tel:
(22) 2542-1890

3. Parador Lumiar (Lumiar)
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Comandado pelo chef Isaías Neries, a cozinha da pousada Parador Lumiar é marcada pela utilização de alimentos locais e frescos. O cardápio é farto em saladas e massas, como nhoques e raviólis. Aos sábados, a famosa feijoada atrai gente de todos os cantos do estado. Escondida em Lumiar, a pousada não tem o acesso tão fácil, mas uma vez lá você não irá se arrepender.
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Estrada do Amargoso, s/n, Lumiar, Nova Friburgo
Tel: (22) 2542-4777

4. Ranz (Lumiar)
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Localizado no centrinho de Lumiar, o Ranz Bier é um bar aconchegante e fundamental para os amantes de cervejas artesanais. Seu proprietário, Gustavo Ranzatto, produz uma penca de estilos, como a “Capineira”, Pale Ale com “cheiro de mato”, e a Belgian Strong Ale “Tarja Preta”. Para acompanhar, recomendo os antepastos de tomate seco, abobrinha e berinjela com o pão da casa, que leva malte na receita.
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Praça do Lago, s/n, Lumiar – Nova Friburgo
Tel: (22) 99825-6503

5. Bräun & Bräun (Mury)
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Conhecido por sua extensa carta de cervejas e tradicional comida alemã, o Bäun & Bräun é um destino certeiro para um almoço em família ou uma noite romântica. O ambiente remete a uma taberna alemã e a comida é sensacional. Recomendo o fondue tradicional e o raclete feito com queijo especial da Queijaria Suíça de Nova Friburgo. Para acompanhar os pedidos, sugiro a cerveja da casa.
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Rodovia RJ-116, km 72,2, Mury – Nova Friburgo
Tel: (22) 2542-1338

6. Truta Arco-Íris (Três Picos)
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Escondido às margens do Parque Estadual dos Três Picos, o Truta Arco-Íris oferece a melhor truta da região, fresquíssima, de produção própria. Experimente a truta completa, com arroz de açafrão, batatas cozidas, banana grelhada, salada de folhas e frutas e molhos de laranja, alcaparra e amêndoas. O acesso não é fácil, mas aproveite para curtir o clima de interior e a imponência dos picos que batizam a região.
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Estrada dos Três Picos, s/n, Três Picos – Nova Friburgo
Tel: (22) 2543-3666

7. Bürgermeister (Cônego)
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O Bürgermeister é o mais tradicional restaurante alemão da cidade, inaugurado em 1978. Suas paredes decoradas com “bolachas” de chopp nos fazem sentir em um cantinho da Baviera em pleno Rio de Janeiro. No cardápio, com cerca de 50 pratos, é possível experimentar a tradicional comida alemã e o famoso schwarzbier, chopp escuro da casa.
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Rua Deolinda Thurler, 119D, Cônego – Nova Friburgo
Tel: (22) 2522-8255

8. Ouverney Gastronomia (Debossan)
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Conheci o Ouverney há muitos anos, quando ainda era somente um empório que vendia biscoitos de fabricação própria. Hoje, o espaço passou por uma grande reforma e tornou-se um bistrô charmoso, com pratos elaborados, como o Carré Francês, o Cozido de Coelho e o Filé à Vienna,. Os biscoitos, pães e bolos da casa continuam disponíveis no empório que comercializa também outros produtos regionais, como queijos, geleias e embutidos.
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Rodovia RJ 116, s/n, Dedossan – Nova Friburgo
Tel: (22) 3512-0566

9. Truta Boa & Cia (Mury)
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O nome já diz tudo. O Truta Boa & Cia é um simpático restaurante familiar especializado em trutas, de produção própria, às margens da rodovia RJ-116, em Mury. O cardápio é variado e tem truta para todos os gostos, desde as mais simples até as mais elaboradas, como a “Truta da Chef”, com molho de camarão, queijo tipo Catupiry e massa folhada.
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Rodovia RJ 116, s/n – Km 70, Mury – Nova Friburgo
Tel: (22) 2519-5795

10. IPA Route (Mury)
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Aproveitando a vocação cervejeira da cidade, o IPA Route é o primeiro “brewpub” de Nova Friburgo. O espaço conta com música ao vivo, carta de cervejas, torneiras com chopps variados e produzidos localmente e um cardápio versátil, que inclui petiscos, hambúrgueres, carnes e até feijoada!
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Avenida Manoel Carneiro Menezes, s/n, Mury – Nova Friburgo
Tel: (22) 2542-2673

Amazon Go abre as portas hoje

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Crédito da imagem

Abre hoje ao público, em Seattle, a Amazon Go, uma loja conceito de alimentos sem atendentes ou caixas que vem sendo desenvolvida há anos. Trata-se de uma loja de conveniências que vende saladas, sanduíches, refeições prontas e bebidas.

Para consumir, é preciso ter um aplicativo, o Amazon Go, e ao entrar no espaço, cliente passa um código do leitor na roleta. Pronto! Basta isso para que o sistema identifique o que foi comprado e desconte de sua conta na loja virtual.

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Um dos objetivos da Amazon com este projeto é dar maior privacidade às compras. O cliente não precisa mostrar a um humano o que adquiriu… mmm, sei. E os dados gerados a partir das compras viram dados para quem?

Mas a loja não é “100% human free”. Existem funcionários que preparam as refeições prontas e também, por questões legais, um atendente pergunta a idade e pede uma comprovação na seção de vinhos e cervejas. Há outro atendente, na entrada, para dar boas-vindas. São humanos, também, os encarregados de pôr os produtos nas estantes.

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Segura este abacaxi!

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O Greenpeace divulgou no dia 31 de outubro os resultados do relatório Segura este abacaxi! Segundo dados revelados na pesquisa, 60% de alimentos comuns consumidos por brasileiros e vendidos em feiras livres de São Paulo e Brasília contêm traços de agrotóxicos.

O texto destaca que 36% deles têm resíduos de substâncias proibidas ou acima do limite permitido. O levantamento foi feito entre os dias 11 e 13 de setembro com 12 tipos de alimentos, como mamão-formosa, tomate, couve, pimentão verde, laranja, banana, café, arroz e feijão.

O relatório também chama a atenção para o perigo do “efeito coquetel”, causado pela sobreposição de diferentes agrotóxicos no nosso organismo, que pode ser responsável por doenças variadas, desde disfunções hormonais até o câncer.

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Segura este Abacaxi! foi lançado como forma de apoio à campanha #ChegadeAgrotóxico. O Greenpeace apoia a Política Nacional de Redução de Agrotóxicos (PNARA) e o projeto de lei (6670/2016) aguarda a instalação de uma Comissão Especial na Câmara dos Deputados para ser analisada.

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