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É com um certo delay – mas antes tarde do que nunca – que abrimos, no Instagram, mais um espaço para trocar ideias sobre comida, nova ruralidade, turismo rural e sustentabilidade.
 
 
 
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Cerrado em chamas

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Cerca de 54 mil hectares, ou 22% do Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros,  localizado na região centro-oeste do estado de Goiás, já foram atingidos pelo incêndio no Cerrado.

Há 14 dias, a região é atingida por uma sequência de focos — o mais grave começou na última quarta-feira. Confira na reportagem da BBC como está sendo o trabalho de 200 brigadistas que, com poucos recursos, lutam contra o fogo.

Conheça o prédio mais sustentável do mundo

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Nas janelas, “folhas” seguem o sol para manter a temperatura agradável

O novo prédio da Bloomberg, assinado pela Foster+Partners, inaugurado recentemente em Londres, recebeu a certificação BREEAM com a nota mais alta (de 98,5%) jamais dada a um edifício comercial!

É o padrão de sustentabilidade arquitetônica mais rigoroso que há. Por exemplo, toda a água do edifício, inclusive a água da chuva, é reaproveitada e os sanitários são a vácuo, como os de avião.

No teto, uma trama de ‘pétalas’ entrelaçadas regula o calor e evita perdas pela condensação. Nas janelas laterais, “folhas” seguem o sol ao longo do dia para manter a temperatura agradável e o ambiente interno, iluminado.

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‘Pétalas’ entrelaçadas regula o calor e evita perdas pela condensação

O edifício da Bloomberg foi construído para ser referência mundial em sustentabilidade e, não à toa, está no centrão tradicional da cidade, no caminho entre o Bank of England e a Catedral de St. Paul.

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“Living wall” do espaço de convivência do edifício.

+ Com informações do Meio e do Curbed

Plataforma permite simular futura matriz elétrica brasileira

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Crédito da imagem

Estimativas oficiais apontam que até 2025 o Brasil precisará aumentar cerca de um terço de sua produção de energia para atender as demanda de eletricidade. Mas como será formada a nossa matriz? Dependendo dos tipos de fonte, os custos poderão ser maiores ou menores, assim como os prejuízos ao meio ambiente.

A plataforma #Quantoé? Gerar Energia, criada pelo Instituto Escolhas, permite que qualquer pessoa simule a montagem deste cenário, utilizando sete possibilidades de energia que atualmente compõem o Sistema Integrado Nacional (SIN): hidrelétrica, solar, eólica, térmica a biomassa, térmica a gás natural, térmica a carvão e nuclear.

O simulador ainda informa o valor necessário dos investimentos e qual seria o valor na sua conta de energia por megawatt-hora com base na distribuidora de energia da região onde mora, conforme explica Sérgio Leitão, diretor de Relacionamento com a Sociedade do Instituto Escolhas e coordenador da plataforma:

 

“Tem o custo do investimento e tem o custo da operação, que é o quanto cada fonte dessas custa para funcionar na prática. A soma do custo do investimento mais o custo da operação está por trás do conjunto de dados e cálculos que quando pessoa começa a manipular a plataforma #Quantoé? Gerar Energia, vai ter uma informação segura, qualificada e estruturada para que possa conseguir fazer o cálculo da sua opção de quanto vai significar em termos de investimento para o país”.

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Crédito da imagem

 

Leitão também destaca que a ferramenta é uma maneira de popularização do tema e até de conscientizar as pessoas sobre a importância de uma matriz limpa:

“É uma plataforma bastante interessante porque permite as pessoas tomarem mais ciência e informação de um assunto extremamente relevante, que faz parte de nosso dia a dia, e que quando faz falta nos deixa absolutamente sem ter o que fazer, porque perdemos a noção daquilo que antigamente fazia parte do dia a dia da vida das pessoas. Com isso, não sabemos o quanto está custando, quanto isso significa em termos de impactos ambientais e sociais, e quanto isso gera de externalidades”.

A plataforma é um meio de tangibilizar para a sociedade um conjunto de dados e informações, para que as pessoas possam ter o controle social desta informação sobre um setor que é vital para o crescimento sustentabilidade do país.

A ferramenta ainda traz informações sobre o processo de geração de energia no Brasil, bem como a explicação sobre o que é cada uma das fontes apresentadas e como é possível entender como funciona a conta de luz. Conheça a #Quantoé? Gerar Energia aqui.

3 pilares do próximo sistema alimentar

Há alguns dias, tive acesso a um interessante artigo, compartilhado pelo amigo Eddie Boorhem, sobre o futuro do nosso sistema alimentar. Escrito por Micki Seibel, do Sustainable Food Systems, o texto sugere que estamos no limiar de uma nova revolução alimentar, baseada em biodiversidade, novas culturas alimentares e tecnologia. Tomei a liberdade de traduzi-lo para compartilhar aqui no Caipirismo. Confira!

+ Leia o artigo original aqui

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Ao longo da história, nós transformamos o nosso sistema alimentar em várias ocasiões notáveis. A capacidade de domesticar plantas e animais, por exemplo, provocou a primeira transformação: o aumento da agricultura. Já o sistema alimentar que conhecemos hoje é resultado da “revolução verde”, iniciada em meados do século XX.

A “revolução verde” resolveu o problema da quantidade: como podemos aumentar a quantidade de calorias para alimentar uma população em franco crescimento? Os principais pilares desta revolução foram: 1) inovações na química que geraram fertilizantes artificiais, herbicidas e pesticidas; 2) desenvolvimento de culturas de grãos de alto rendimento; e 3) infra-estrutura de água controlada (por exemplo, irrigação). Como resultado, nós aumentamos a quantidade de alimentos que produzimos conforme o aumento massivo das colheitas.

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Infelizmente, como acontece na maioria das situações, há consequências não intencionais neste processo: fizemos um sistema alimentar que produz o alimento errado, com grandes danos ao meio ambiente.

É por isso que estamos no início da próxima transformação em nosso sistema alimentar. Desta vez, preservando a nossa capacidade de produzir em quantidade e melhorando questão da sustentabilidade. Os três pilares do nosso próximo sistema alimentar são: 1) biodiversidade, 2) novas culturas alimentares e 3) digitalização.

Biodiversidade: imitando a natureza; sem controle
Com o sistema de alimentos industriais de hoje, milhões e milhões de hectares de terra são dedicados ao cultivo de uma única cultura e um grande esforço e muitos produtos químicos são utilizados para afastar todo o resto de vida daquele ambiente. Com o passar do tempo, as monoculturas degradam o solo e deixam as ervas daninhas e pragas mais resistentes aos agrotóxicos.

Por outro lado, ecossistemas prósperos e saudáveis na natureza contêm verdadeiras massas de biodiversidade. Desde a floresta mais profunda, passando pelo fundo do oceano até o topo da montanha mais alta, os ecossistemas naturais abrigam centenas ou milhares de espécies de plantas, animais e micróbios, todos interligados.

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Nosso próximo sistema alimentar vai imitar a natureza através do cultivo de alimentos em um ecossistema que incorpora plantas, animais, fungos, micróbios e novos participantes a serem descobertos. Hoje, o solo que  abriga as uvas da sua taça de pinot noir só produzem frutos para o vinho. Neste novo sistema alimentar, esta mesma terra produzirá também os grãos para o pão, o leite para o queijo, a lã para o suéter e o cordeiro para a janta. O rancho que produz carne bovina também terá galinhas e suínos e cultivará nabos, couve e beterraba, porque os porcos comem isso também. Nada será desperdiçado.

Algumas variedades atuais também serão cultivadas em ambientes fechados. Esta forma de agricultura é mais parecida com uma fábrica do que com uma fazenda: altamente automatizada e orientada a dados. Por que 90% das folhas verdes produzidas nos EUA devem ser cultivadas somente na Califórnia quando 75% da população norte-americana vive ao leste das Montanhas Rochosas? Produtos altamente perecíveis, como verduras, morangos, brócolis… viajam, em média, mais de 3.200 km desde a fazenda até o garfo.

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Realizar a colheita em instalações hidropônicas perto de grandes centros populacionais significa que você pode propiciar mais nutrientes em produtos mais frescos, reduzir em 90% o consumo de água, ter colheitas diárias durante todo o ano e gerar menos resíduos alimentares. Isto se aplica ao peixe fresco e frutos do mar, porque há uma simbiose com os resíduos do processamento de frutos do mar e os nutrientes necessários para a produção dos mesmos. É uma outra forma de ecossistema diversificado.

Novas culturas de alimentos em novas embalagens
Os principais cereais que alimentam o mundo (e o gado) – milho, trigo, arroz, soja, etc – são plantas sazonais. Semeaduras, florescimento, colheita… sazonais. Como os seres humanos neolíticos domesticaram as plantas há 10.000 anos, era mais fácil e mais rápido repetir o processo por reprodução seletiva sazonal. Alimentos perenes, por outro lado, não tiveram esse tipo de avanço, porque são duradouros. Nós optamos por alimentos sazonais porque são mais rápidos, mesmo considerando que as plantas perenes podem ser melhores: sistemas profundamente enraizados que reduzem a erosão do solo e sequestram o carbono da atmosfera. Os avanços na genética e, em particular, a capacidade de editar sequências genômicas em software – o equivalente digital de reprodução seletiva – permitem a replicação de variedades perenes mais rapidamente. Isso representa campos que retêm mais água, mais solo e mais adubo, facilitando o cultivo de grãos em terras marginais. Gramíneas perenes também formam a base de um ecossistema diversificado para os animais pastarem, além de formar todo um microbioma próspero.

Novos alimentos serão “descobertos” nos resíduos produzidos pelo nosso sistema atual. Como o desperdício é um tema cada vez mais importante para a segurança alimentar, estes resíduos podem se transformar em novos subprodutos. Você já se perguntou o que acontece com toneladas de fibra de soja depois que se extrai o líquido que vira leite de soja ou tofu? E o soro de leite que é separado no processo de fabricação do queijo? O que acontece com as cascas dos bilhões de camarões consumidos todos os anos nos Estados Unidos? Tudo isso é pode ser aproveitado não só na alimentação de animais, mas também na de seres humanos.

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Para atender as necessidades nutricionais de uma população em crescimento, vamos explorar a última fronteira das proteínas: os insetos. Eles se reproduzem rapidamente e exigem uma espaço de terra muito pequeno para serem criados. Neste novo sistema alimentar, veremos os insetos entrarem no nosso abastecimento alimentar, primeiro na nutrição animal e, ao longo do tempo, como produtos alimentares humanos.

As embalagens serão feitas a partir de novas substâncias, oriundas de outros alimentos. Isto permite que estes produtos sejam biodegradáveis. Elas não se acumularão e entoxicarão os oceanos como acontece hoje com o plástico. Do “couro” derivado de cogumelos ao “plástico” sintetizado a partir de conchas de camarão, estas novas embalagens vão das cinzas às cinzas, do pó ao pó, como matéria orgânica de volta em nossos solos e oceanos.

Sendo biológicas, estas embalagens poderão mudar de cor para indicar que o produto passou da validade. O macarrão fusilli poderá transformar-se de uma folha lisa ao formato espiral característico somente quando estiver perfeitamente al dente. Dados de espectroscopia genômica e química serão tão baratos e difundidos que sua comida lhe dirá quais nutrientes estão contidos nele. Você não precisará mais das informações dos rótulos.

Digitalização
Atualmente, o alimento é a cadeia de suprimento menos digitalizada de qualquer setor. A recente proliferação de aparelhos inteligentes como telefones celulares, dispositivos portáteis, tablets e sensores baratos e sofisticados, além de avanços em robótica, possibilitam a coleta e análise de dados independentes, à medida que os alimentos são cultivados no campo e viajam pelo sistema alimentar até o nosso garfo. As decisões sobre a fazenda não serão mais tomadas por meio de observações humanas e técnicas de tentativa e erro. As decisões sobre como cultivar alimentos e o quanto colher serão baseadas na medição e análise de ecossistemas de biodiversidade com coleta de dados digitais, big data e análises sofisticadas.

Os dados digitais armazenados “na nuvem” e facilmente acessíveis e compartilháveis ao longo da cadeia de abastecimento, propiciam um fornecimento de alimentos mais transparente e com muito menos desperdício. Não será mais necessário produzir em grande escala para depois empurrar tudo para o início da cadeia de abastecimento – desperdiçando metade dele ao longo do caminho. Em vez disso, faremos previsões sofisticadas para produzir exatamente o que é necessário, quando for necessário. Vamos desperdiçar menos.

Toda transformação em nosso sistema alimentar – desde o surgimento da agricultura até a industrialização – resolveu um problema de um sistema anterior. A próxima transformação está em nossas mãos: ecossistemas diversificados, novas culturas alimentares e o poder da computação moderna formam estes pilares. São muitos os motivos para estarmos otimistas. Diariamente, vejo empresas (grandes e pequenas), organizações governamentais e organizações sem fins lucrativos que estão inovando e colaborando para criar este novo sistema. Os três pilares que apresentei são tecnologias e inovações que se fundamentam no presente. Eles existem agora! Precisamos apenas usá-los, implantá-los e cultivá-los. É um momento emocionante para trabalhar no sistema alimentar.

Eu me pergunto, porém, quais serão as conseqüências não intencionais?

 

 

Impact Farm: sistema produz até 6 toneladas de alimentos em 163 metros quadrados!

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Transformar pequenos espaços em áreas produtivas é uma das grandes soluções para garantir a segurança alimentar nos centros urbanos. Já são inúmeras as experiências de sucesso mundo afora (exemplos não faltam aqui no blog), como é o caso do Impact Farm, um sistema criado por dois jovens dinamarqueses engajados em melhorar a segurança alimentar, reduzir a pegada ecológica e gerar empregos.

Para alcançar este objetivo, Mikkel Kjaer e Ronnie Markussen criaram uma estrutura projetada para ser autossuficiente em água, calor e eletricidade. Todo o espaço necessário para a instalação do sistema é de apenas 163 metros quadrados, onde é possível produzir ervas, verduras, legumes e plantas frutíferas.

A área é suficiente para colher de três a seis toneladas de alimento ao ano, dependendo do modelo escolhido. Segundo os criadores, o de menor capacidade é indicado para pequenos comerciantes e restaurantes. Já, o modelo mais potente pode ser usado para distribuir alimentos em escolas, creches, asilos e muito mais.

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Os jovens não se preocuparam apenas com a funcionalidade, mas também com a estética do projeto. A ideia era ter uma fazenda urbana bonita e que ajudasse a revitalizar espaços abandonados ou inutilizados nas cidades, como estacionamentos ou vãos de prédios. O sistema modular é feito a partir de materiais reaproveitados e pode ser desmontado e transportado para outros locais, conforme necessário.

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+ Com informações do site Ciclo Vivo.

Frango barato, porém indigesto

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Crédito da foto

Ao passar por entre os freezers e geladeiras do supermercado, você já se perguntou como o preço do frango é tão barato, independente das promoções? Desde os anos 90, a ave começou a ser uma alternativa saudável para as famílias brasileiras e, de prato de fim de semana, passou a figurar em nossas mesas como uma opção super viável. Em pouco mais uma década, o consumo aumentou 26%, enquanto o de carne bovina caiu 10%.

Regiões rurais, como o oeste catarinense, tornaram-se verdadeiros pólos produtores, elevando o Brasil ao status de principal exportador mundial – e os frigoríficos são, hoje, os grandes responsáveis por saciar a nossa fome aviária. Estas empresas contam com uma rede de milhares de pequenos produtores que utilizam métodos intensivos em suas granjas, ambos sem nenhuma responsabilidade financeira pelos impactos causados por tal atividade. Assim, o preço, aparentemente barato não leva em conta as condições da criação, a capacidade de estocagem e a saúde dos animais.

De fato, a produção de carne bovina tem um custo ambiental muito maior, mas o frango industrial também traz consequências que não podemos negar. São milhares de granjas produzindo milhões de aves – em galpões com capacidade para 10, 15 mil animais apinhados, vivendo a base de água, ração e antibióticos, muitos antibióticos! Isso tudo inserido em um ciclo que alimenta a indústria do agrotóxico, a monocultura, os transgênicos…

Não são poucos os agricultores associados que recusam-se a comer o frango que eles administram para os frigoríficos e, em um local escondido da propriedade (sim, os frigoríficos não permitem…), criam as suas próprias caipiras soltinhas para consumo próprio – pense numa galinhada com polenta boa!

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Crédito da foto

A galinha de verdade, infelizmente, é vista como uma opção de nicho de mercado, porque custa o triplo se comparada com a “sintética”. Os abatedouros entraram em extinção e hoje, nas grandes cidades, é praticamente impossível encontrar as caipiras com facilidade. Estes animais, diferente dos seus primos industriais, são criados livres (ou semi-confinados), sem antibióticos, hormônios ou rações turbinadas. Uma granja caipira possui uma capacidade de estocagem infinitamente menor, o que garante aves menos estressadas e mais saudáveis.

Eu aposto que, se os consumidores soubessem como são as granjas industriais, eles repensariam o consumo de frango do jeito que comemos hoje.

Por outro lado, apesar das empresas que têm criações sustentáveis ou mesmo pequenos produtores entregarem muitos benefícios ao meio ambiente, sobretudo, à nossa saúde, não há nenhum ganho em termos de vantagens competitivas para eles. E quem paga o preço somos nós, consumidores, por meio de impostos, sob a forma de subsídios agrícolas obscuros e, claro, sem muitas alternativas aos frangos molengas, com gosto de nada!

Se o verdadeiro custo fosse levado em conta, não duvido que os papéis se inverteriam e o preço do frango industrial seria mais caro do que o orgânico.

Mas de quem é a culpa disso tudo? Seria fácil apontar o dedo para as cooperativas ou os produtores, mas eles estão presos a um sistema econômico que recompensa aqueles que produzem mais alimentos por preços mais baixos e, como resultado, só aqueles que podem se dar ao luxo de pagar por um “produto de nicho” desfrutam de sabores verdadeiros.

Este é um sistema realmente insustentável e que, mais cedo ou mais tarde, alguém terá que pagar a conta. E isso não acontece só com o frango, mas também com cafés, suínos, laticínios, cereais, hortaliças, carnes… Mas temos que começar a nos perguntar por que devemos apoiar um sistema alimentar tão nocivo.

Felizmente, nós temos o poder de mudar este cenário, seja no âmbito político, militando em prol de preços justos e programas de segurança alimentar, ou mesmo no seio do nosso lar, repensando as nossas escolhas alimentares. Se os preços dos alimentos orgânicos ou artesanais nos supermercados ainda assustam, outras alternativas começam a despontar como opções mais acessíveis. Considere as feiras livres, as redes de compras pela internet, o mercadinho do seu bairro.

É possível driblar os preços salgados e a crise!

Ao fazer estas escolhas, você poderá ajudar a criar um sistema alimentar mais sustentável e saudável não só para nós, consumidores, mas para toda uma rede de pessoas que estão juntas nessa jornada em busca de sabores bons, limpos e justos.

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Artigo originalmente publicado na revista eletrônica da Junta Local em 08/06/2016.