3 Perguntas Para Vera Masagão Ribeiro

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Crédito da imagem: divulgação

Conheci os azeites OLIQ em uma das edições da Junta Local, há quase dois anos, e foi amor à primeira vista. Imaginem um azeite artesanal fresquíssimo, com personalidade e feito aqui no Brasil! Pois é, a região da Serra da Mantiqueira, na divisa entre os estados de Minas Gerais e São Paulo, está vivenciando um nascente movimento de produção de azeites locais, a partir de oliveiras cultivadas lá mesmo, adaptadas ao clima das montanhas.

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Crédito da imagem: Junta Local

Hoje, o território conta com uma penca de empreendedores rurais e lagares (maquinário para extração de azeite) que, juntos, estão ensaiando uma silenciosa revolução no consumo de deste “ouro líquido” em território nacional. Para saber mais dessa história, conversei por e-mail com a Vera Masagão Ribeiro, uma das sócias do OLIQ, que nos conta nas próximas linhas um pouco dos desafios e prazeres da nova olivicultura brasileira.

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Crédito da imagem: Leonardo Finotti

1. Por que oliveiras e azeites?
Cristina Vicentin, uma das sócias da OLIQ, é de Paraisópolis (MG) e herdou da família um pedaço de terra nos altos do Coimbra, em São Bento do Sapucaí (SP), município vizinho, já no estado de São Paulo. Ela tinha o desejo de produzir algo na terra e lembrou-se da infância, de comprar azeitonas produzidas na região, no mercado municipal. Cristina foi uma pioneira ao iniciar um dos mais antigos pomares comerciais na Mantiqueira, em 2003. Pelas mãos dela, eu e Antônio Augusto Gomes Batista, meu marido e sócio da OLIQ, chegamos à região e nos apaixonamos pela paisagem, pelas pessoas e pela possibilidade de cultivar oliveiras. Em 2013, compramos uma fazenda próxima a da Cristina e plantamos os primeiros mil pés. No ano seguinte, montamos o lagar, nos associamos na criação da Marca OLIQ e, desde então, estamos juntos nessa aventura.

2. Como é estar a frente de uma iniciativa tão inovadora em solos tupiniquins?
Os desafios são muitos, especialmente na área agronômica, pois, para uma cultura perene, 30 anos de pesquisa, que é o que a Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (EPAMIG) tem nas costas, é muito pouco em termos de conhecimentos. A EPAMIG pesquisa cultivo de oliveiras em sua fazenda experimental, em Maria da Fé. Nós ainda precisamos acumular muito conhecimento científico e prático… Imagine uma comparação com a cultura do café, que tem mais de 100 anos no Brasil. No caso da olivicultura de montanhas, os conhecimentos acumulados na Europa não são aplicáveis aqui sem adaptações, pois o clima e o solo são diferentes. Por outro lado, o fato de ser uma inovação no campo da agricultura tem suas vantagens, pois desperta a curiosidade e o interesse dos consumidores e da mídia. O desafio é chegar a ser conhecido das pessoas, mas quando elas ficam sabendo, se interessam e vão atrás.

Além do desafio agronômico, produzir bem, de forma integrada e idealmente orgânica, temos um desafio grande que é o preço, ainda muito alto, pois a nossa produção é pequena e artesanal. Por conta da topografia montanhosa, o trabalho de trato e colheita é quase todo manual. Isso encarece o produto, mas também agrega valor humano e ecológico. Não é uma commodity, é um alimento cuja produção envolve pessoas, paisagens e um saber fazer que se constrói. Procuramos mostrar isso para os consumidores, que têm cada vez mais buscado alimentos que tenham uma origem e contem histórias, e não sejam apenas commodities.

3. O que há de tão inspirador na olivicultura e na produção de azeites?
O azeite de oliva é um alimento milenar. Originário do mediterrâneo, ganhou o mundo e está nos hábitos alimentares de muitos povos. É um solvente poderoso, por isso assimila os aromas e sabores daquilo que entra em contato e funciona tão bem como tempero. Da mesma forma, a olivicultura, para se expandir pelo planeta, tem que absorver os aromas e sabores de cada terroir, de cada povo. Isso é mágico e essa é a ideia que nos inspira: integrar o universal ao espírito único das nossas montanhas, produzindo um alimento original e fresco para o consumidor brasileiro.

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Crédito da imagem: Junta Local
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Crédito da imagem: Leonardo Finotti
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Crédito da imagem: Leonardo Finotti
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Pluriatividade na agricultura familiar

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Crédito da imagem

A noção de pluriatividade na agricultura familiar tem sido usada como recurso para analisar e explicar o processo de diversificação de trabalho no campo. O agricultor de hoje diversifica porque não é mais exclusivamente agrícola. Trata-se de uma abordagem inovadora a respeito da agricultura familiar no Brasil.

A pluriatividade refere-se a situações sociais em que os indivíduos que compõem uma família com domicílio rural passam a se dedicar ao exercício de um conjunto de atividades econômicas e produtivas, não necessariamente ligadas à agricultura ou ao cultivo da terra, e cada vez menos executadas dentro da unidade de produção. Ao contrário do que se poderia supor, esta não é uma realidade apenas nos países ricos e desenvolvidos.

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Turismo rural como atividade complementar na propriedade Crédito da imagem

De acordo com o professor Sérgio Schineider (UFGRS):

“A emergência da pluriatividade ocorre em situações em que os membros que compõem as famílias […] combinam a atividade agrícola com outras formas de ocupação em atividades não agrícolas. A pluriatividade resulta da interação entre as decisões individuais e familiares com o contexto social e econômico em que estas estão inseridas.”

A pluriatividade está ligada às estratégias de vida adotadas pelas famílias e às opções que ela faz para garantir sua sobrevivência, assim como às escolhas produtivas feitas por seus membros. Tais práticas garantem a sustentabilidade de pequenos agricultores e produtores, pois uma família pluriativa pode conseguir solucionar os seus problemas, equilibrando consumo e trabalho, não dependendo de uma única fonte de renda.

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Além de produzir leite, por que não fazer queijo também? Crédito da imagem

Para o professor José Graziano da Silva, diretor-geral da FAO, o campo não pode mais ser identificado com a agricultura e a pecuária, e nem as cidades apenas com as atividades industriais. Para Graziano, o agricultor moderno deve ser um “agricultor em tempo parcial”:

“A sua característica fundamental é que ele não é mais somente um agricultor ou um pecuarista: ele combina atividades agropecuárias com outras atividades não agrícolas, dentro ou fora de seu estabelecimento, tanto nos ramos tradicionais urbano-industriais, como nas novas atividades que vem se desenvolvendo no meio rural, como lazer, turismo, conservação da natureza, moradia e prestação de serviços pessoais. Em resumo, o part-time não é mais um fazendeiro especializado, mas um trabalhador autônomo que combina diversas formas de ocupação (assalariadas ou não). Essa é a sua característica nova: uma pluriatividade que combina atividades rurais agrícolas e não agrícolas.”

Historicamente, comprova-se que os agricultores sempre combinaram a produção agrícola e agropecuária com diferentes atividades, hoje consideradas urbanas ou mesmo industriais. Em diversas regiões do país, eram comum práticas como artesanato, carpintaria e corte e costura, além da produção de novos produtos a partir do beneficiamento dos produtos gerados na propriedade, como queijos, pães e doces.

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Produção de panificados como fonte extra de renda. Crédito da imagem

No entanto, estudos como o do professor Schineider indicam que no contexto atual de produção agrícola, a produtividade das famílias tornou-se uma prova da sua capacidade de adaptação aos novos contextos sociais e de sua permanência no meio rural com qualidade de vida e geração de renda.

Uma floresta tropical dentro da Amazon

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E esse novo escritório da Amazon, em Seattle? A sede da gigante do varejo ganhou ares tropicais ao receber cerca de 40 mil plantas vindas diretamente de florestas de 30 países diferentes. Excêntrico, não?

Pois é, a mini-selva encontra-se abrigada em três esferas de vidro que se conectam e propiciam um espaço para os funcionários da Amazon fugirem um pouco dos e-mails, reuniões e relatórios, para espairecer a mente por entre trilhas de pedras, quedas d’água e muitas plantas, dentre elas um lindo paredão de samambaias da floresta amazônica.

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A parte mais complicada do projeto foi transportar uma árvore de quase 20 metros de altura de uma fazenda do sul da Califórnia até o centro de Seattle, levada por uma grua e inserida no prédio por uma abertura no teto da estrutura.

A floresta conta com conexão wi-fi e salas de reunião em formato de ninho de pássaros, caso os funcionários desejem trabalhar no ambiente. A maior das esferas tem 90m de altura por 40m de largura e a temperatura média da floresta fica em torno dos 22 graus, com umidade do ar em 60%. Um sistema de ventiladores simula uma brisa tropical e o termômetro varia de temperatura ao longo do dia.

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+ Com informações da Bloomberg Technology e imagens por Mike Kane/Bloomberg.

10 lugares para comer muito bem em Nova Friburgo

Ah, Nova Friburgo! Como não amar este incrível município localizado na região serrana fluminense, conhecido como a “Suíça Brasileira”? Rota de fuga do calor delirante do verão carioca e destino romântico para ficar agarradinho no inverno, Nova Friburgo é o lugar ideal para quem curte o frio das montanhas, o contato com a natureza e, claro, os prazeres da mesa!

É por isso que compartilho aqui esta valiosa lista restaurantes, bistrôs e bares já visitados e aprovados por este que vos escreve. Se Nova Friburgo está nos planos da sua próxima viagem, creio que esta seleção dos 10 lugares para comer bem em Nova Friburgo será muito útil! Confira:

1. Trilhas do Araçari (Debossan)
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O Trilhas do Araçari é uma experiência completa. Comida vegetariana maravilhosa, ambiente rústico aconchegante e um gramado com horta orgânica enorme emoldurando a paisagem. Recomendo ir no almoço para experimentar o buffet vegetariano sem pressa; curtir a tarde e acalmar a alma se esticando em uma das redes da casa.
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Rua Gertrudes Stern, s/n, Debossan – Nova Friburgo
Tel: (22) 2519-5694

2. Viva Rô (Mury)
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O Viva Rô é um restaurante especializado em cozinha alemã, com um cardápio que muda semanalmente e inclui truta, kasseler, coelho, pato, cordeiro e também tortas e pães com forte sotaque germânico. O restaurante, sempre lotado nos fins de semana, é fruto da união da garçonete brasileira Rosane Salcedo com o chef austríaco Harald Riedmann. Imperdível!
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Av Apolonia Pinto, 505, Mury – Nova Friburgo
Tel:
(22) 2542-1890

3. Parador Lumiar (Lumiar)
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Comandado pelo chef Isaías Neries, a cozinha da pousada Parador Lumiar é marcada pela utilização de alimentos locais e frescos. O cardápio é farto em saladas e massas, como nhoques e raviólis. Aos sábados, a famosa feijoada atrai gente de todos os cantos do estado. Escondida em Lumiar, a pousada não tem o acesso tão fácil, mas uma vez lá você não irá se arrepender.
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Estrada do Amargoso, s/n, Lumiar, Nova Friburgo
Tel: (22) 2542-4777

4. Ranz (Lumiar)
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Localizado no centrinho de Lumiar, o Ranz Bier é um bar aconchegante e fundamental para os amantes de cervejas artesanais. Seu proprietário, Gustavo Ranzatto, produz uma penca de estilos, como a “Capineira”, Pale Ale com “cheiro de mato”, e a Belgian Strong Ale “Tarja Preta”. Para acompanhar, recomendo os antepastos de tomate seco, abobrinha e berinjela com o pão da casa, que leva malte na receita.
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Praça do Lago, s/n, Lumiar – Nova Friburgo
Tel: (22) 99825-6503

5. Bräun & Bräun (Mury)
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Conhecido por sua extensa carta de cervejas e tradicional comida alemã, o Bäun & Bräun é um destino certeiro para um almoço em família ou uma noite romântica. O ambiente remete a uma taberna alemã e a comida é sensacional. Recomendo o fondue tradicional e o raclete feito com queijo especial da Queijaria Suíça de Nova Friburgo. Para acompanhar os pedidos, sugiro a cerveja da casa.
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Rodovia RJ-116, km 72,2, Mury – Nova Friburgo
Tel: (22) 2542-1338

6. Truta Arco-Íris (Três Picos)
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Escondido às margens do Parque Estadual dos Três Picos, o Truta Arco-Íris oferece a melhor truta da região, fresquíssima, de produção própria. Experimente a truta completa, com arroz de açafrão, batatas cozidas, banana grelhada, salada de folhas e frutas e molhos de laranja, alcaparra e amêndoas. O acesso não é fácil, mas aproveite para curtir o clima de interior e a imponência dos picos que batizam a região.
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Estrada dos Três Picos, s/n, Três Picos – Nova Friburgo
Tel: (22) 2543-3666

7. Bürgermeister (Cônego)
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O Bürgermeister é o mais tradicional restaurante alemão da cidade, inaugurado em 1978. Suas paredes decoradas com “bolachas” de chopp nos fazem sentir em um cantinho da Baviera em pleno Rio de Janeiro. No cardápio, com cerca de 50 pratos, é possível experimentar a tradicional comida alemã e o famoso schwarzbier, chopp escuro da casa.
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Rua Deolinda Thurler, 119D, Cônego – Nova Friburgo
Tel: (22) 2522-8255

8. Ouverney Gastronomia (Debossan)
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Conheci o Ouverney há muitos anos, quando ainda era somente um empório que vendia biscoitos de fabricação própria. Hoje, o espaço passou por uma grande reforma e tornou-se um bistrô charmoso, com pratos elaborados, como o Carré Francês, o Cozido de Coelho e o Filé à Vienna,. Os biscoitos, pães e bolos da casa continuam disponíveis no empório que comercializa também outros produtos regionais, como queijos, geleias e embutidos.
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Rodovia RJ 116, s/n, Dedossan – Nova Friburgo
Tel: (22) 3512-0566

9. Truta Boa & Cia (Mury)
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O nome já diz tudo. O Truta Boa & Cia é um simpático restaurante familiar especializado em trutas, de produção própria, às margens da rodovia RJ-116, em Mury. O cardápio é variado e tem truta para todos os gostos, desde as mais simples até as mais elaboradas, como a “Truta da Chef”, com molho de camarão, queijo tipo Catupiry e massa folhada.
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Rodovia RJ 116, s/n – Km 70, Mury – Nova Friburgo
Tel: (22) 2519-5795

10. IPA Route (Mury)
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Aproveitando a vocação cervejeira da cidade, o IPA Route é o primeiro “brewpub” de Nova Friburgo. O espaço conta com música ao vivo, carta de cervejas, torneiras com chopps variados e produzidos localmente e um cardápio versátil, que inclui petiscos, hambúrgueres, carnes e até feijoada!
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Avenida Manoel Carneiro Menezes, s/n, Mury – Nova Friburgo
Tel: (22) 2542-2673

Amazon Go abre as portas hoje

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Abre hoje ao público, em Seattle, a Amazon Go, uma loja conceito de alimentos sem atendentes ou caixas que vem sendo desenvolvida há anos. Trata-se de uma loja de conveniências que vende saladas, sanduíches, refeições prontas e bebidas.

Para consumir, é preciso ter um aplicativo, o Amazon Go, e ao entrar no espaço, cliente passa um código do leitor na roleta. Pronto! Basta isso para que o sistema identifique o que foi comprado e desconte de sua conta na loja virtual.

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Um dos objetivos da Amazon com este projeto é dar maior privacidade às compras. O cliente não precisa mostrar a um humano o que adquiriu… mmm, sei. E os dados gerados a partir das compras viram dados para quem?

Mas a loja não é “100% human free”. Existem funcionários que preparam as refeições prontas e também, por questões legais, um atendente pergunta a idade e pede uma comprovação na seção de vinhos e cervejas. Há outro atendente, na entrada, para dar boas-vindas. São humanos, também, os encarregados de pôr os produtos nas estantes.

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A cara da nova juventude rural

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O Instituto Souza Cruz encomendou uma pesquisa sobre os jovens atendidos pelo programa Novos Rurais. Os resultados do estudo destacam a visão dos jovens da zona rural sobre as oportunidades de se empreender no campo e sobre como isso afeta suas perspectivas profissionais e relações sociais.

A pesquisa aponta um novo perfil de juventude rural, que enxerga o campo como um local de oportunidades (92%), o lugar que escolheu para viver (88%) e onde já encontra mais autonomia e espaço para participar da gestão dos negócios familiares (87%).

Visite a página da pesquisa e conheça os resultados

Segura este abacaxi!

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O Greenpeace divulgou no dia 31 de outubro os resultados do relatório Segura este abacaxi! Segundo dados revelados na pesquisa, 60% de alimentos comuns consumidos por brasileiros e vendidos em feiras livres de São Paulo e Brasília contêm traços de agrotóxicos.

O texto destaca que 36% deles têm resíduos de substâncias proibidas ou acima do limite permitido. O levantamento foi feito entre os dias 11 e 13 de setembro com 12 tipos de alimentos, como mamão-formosa, tomate, couve, pimentão verde, laranja, banana, café, arroz e feijão.

O relatório também chama a atenção para o perigo do “efeito coquetel”, causado pela sobreposição de diferentes agrotóxicos no nosso organismo, que pode ser responsável por doenças variadas, desde disfunções hormonais até o câncer.

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Segura este Abacaxi! foi lançado como forma de apoio à campanha #ChegadeAgrotóxico. O Greenpeace apoia a Política Nacional de Redução de Agrotóxicos (PNARA) e o projeto de lei (6670/2016) aguarda a instalação de uma Comissão Especial na Câmara dos Deputados para ser analisada.

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