Amazon Go abre as portas hoje

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Abre hoje ao público, em Seattle, a Amazon Go, uma loja conceito de alimentos sem atendentes ou caixas que vem sendo desenvolvida há anos. Trata-se de uma loja de conveniências que vende saladas, sanduíches, refeições prontas e bebidas.

Para consumir, é preciso ter um aplicativo, o Amazon Go, e ao entrar no espaço, cliente passa um código do leitor na roleta. Pronto! Basta isso para que o sistema identifique o que foi comprado e desconte de sua conta na loja virtual.

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Um dos objetivos da Amazon com este projeto é dar maior privacidade às compras. O cliente não precisa mostrar a um humano o que adquiriu… mmm, sei. E os dados gerados a partir das compras viram dados para quem?

Mas a loja não é “100% human free”. Existem funcionários que preparam as refeições prontas e também, por questões legais, um atendente pergunta a idade e pede uma comprovação na seção de vinhos e cervejas. Há outro atendente, na entrada, para dar boas-vindas. São humanos, também, os encarregados de pôr os produtos nas estantes.

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3 pilares do próximo sistema alimentar

Há alguns dias, tive acesso a um interessante artigo, compartilhado pelo amigo Eddie Boorhem, sobre o futuro do nosso sistema alimentar. Escrito por Micki Seibel, do Sustainable Food Systems, o texto sugere que estamos no limiar de uma nova revolução alimentar, baseada em biodiversidade, novas culturas alimentares e tecnologia. Tomei a liberdade de traduzi-lo para compartilhar aqui no Caipirismo. Confira!

+ Leia o artigo original aqui

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Ao longo da história, nós transformamos o nosso sistema alimentar em várias ocasiões notáveis. A capacidade de domesticar plantas e animais, por exemplo, provocou a primeira transformação: o aumento da agricultura. Já o sistema alimentar que conhecemos hoje é resultado da “revolução verde”, iniciada em meados do século XX.

A “revolução verde” resolveu o problema da quantidade: como podemos aumentar a quantidade de calorias para alimentar uma população em franco crescimento? Os principais pilares desta revolução foram: 1) inovações na química que geraram fertilizantes artificiais, herbicidas e pesticidas; 2) desenvolvimento de culturas de grãos de alto rendimento; e 3) infra-estrutura de água controlada (por exemplo, irrigação). Como resultado, nós aumentamos a quantidade de alimentos que produzimos conforme o aumento massivo das colheitas.

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Infelizmente, como acontece na maioria das situações, há consequências não intencionais neste processo: fizemos um sistema alimentar que produz o alimento errado, com grandes danos ao meio ambiente.

É por isso que estamos no início da próxima transformação em nosso sistema alimentar. Desta vez, preservando a nossa capacidade de produzir em quantidade e melhorando questão da sustentabilidade. Os três pilares do nosso próximo sistema alimentar são: 1) biodiversidade, 2) novas culturas alimentares e 3) digitalização.

Biodiversidade: imitando a natureza; sem controle
Com o sistema de alimentos industriais de hoje, milhões e milhões de hectares de terra são dedicados ao cultivo de uma única cultura e um grande esforço e muitos produtos químicos são utilizados para afastar todo o resto de vida daquele ambiente. Com o passar do tempo, as monoculturas degradam o solo e deixam as ervas daninhas e pragas mais resistentes aos agrotóxicos.

Por outro lado, ecossistemas prósperos e saudáveis na natureza contêm verdadeiras massas de biodiversidade. Desde a floresta mais profunda, passando pelo fundo do oceano até o topo da montanha mais alta, os ecossistemas naturais abrigam centenas ou milhares de espécies de plantas, animais e micróbios, todos interligados.

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Nosso próximo sistema alimentar vai imitar a natureza através do cultivo de alimentos em um ecossistema que incorpora plantas, animais, fungos, micróbios e novos participantes a serem descobertos. Hoje, o solo que  abriga as uvas da sua taça de pinot noir só produzem frutos para o vinho. Neste novo sistema alimentar, esta mesma terra produzirá também os grãos para o pão, o leite para o queijo, a lã para o suéter e o cordeiro para a janta. O rancho que produz carne bovina também terá galinhas e suínos e cultivará nabos, couve e beterraba, porque os porcos comem isso também. Nada será desperdiçado.

Algumas variedades atuais também serão cultivadas em ambientes fechados. Esta forma de agricultura é mais parecida com uma fábrica do que com uma fazenda: altamente automatizada e orientada a dados. Por que 90% das folhas verdes produzidas nos EUA devem ser cultivadas somente na Califórnia quando 75% da população norte-americana vive ao leste das Montanhas Rochosas? Produtos altamente perecíveis, como verduras, morangos, brócolis… viajam, em média, mais de 3.200 km desde a fazenda até o garfo.

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Realizar a colheita em instalações hidropônicas perto de grandes centros populacionais significa que você pode propiciar mais nutrientes em produtos mais frescos, reduzir em 90% o consumo de água, ter colheitas diárias durante todo o ano e gerar menos resíduos alimentares. Isto se aplica ao peixe fresco e frutos do mar, porque há uma simbiose com os resíduos do processamento de frutos do mar e os nutrientes necessários para a produção dos mesmos. É uma outra forma de ecossistema diversificado.

Novas culturas de alimentos em novas embalagens
Os principais cereais que alimentam o mundo (e o gado) – milho, trigo, arroz, soja, etc – são plantas sazonais. Semeaduras, florescimento, colheita… sazonais. Como os seres humanos neolíticos domesticaram as plantas há 10.000 anos, era mais fácil e mais rápido repetir o processo por reprodução seletiva sazonal. Alimentos perenes, por outro lado, não tiveram esse tipo de avanço, porque são duradouros. Nós optamos por alimentos sazonais porque são mais rápidos, mesmo considerando que as plantas perenes podem ser melhores: sistemas profundamente enraizados que reduzem a erosão do solo e sequestram o carbono da atmosfera. Os avanços na genética e, em particular, a capacidade de editar sequências genômicas em software – o equivalente digital de reprodução seletiva – permitem a replicação de variedades perenes mais rapidamente. Isso representa campos que retêm mais água, mais solo e mais adubo, facilitando o cultivo de grãos em terras marginais. Gramíneas perenes também formam a base de um ecossistema diversificado para os animais pastarem, além de formar todo um microbioma próspero.

Novos alimentos serão “descobertos” nos resíduos produzidos pelo nosso sistema atual. Como o desperdício é um tema cada vez mais importante para a segurança alimentar, estes resíduos podem se transformar em novos subprodutos. Você já se perguntou o que acontece com toneladas de fibra de soja depois que se extrai o líquido que vira leite de soja ou tofu? E o soro de leite que é separado no processo de fabricação do queijo? O que acontece com as cascas dos bilhões de camarões consumidos todos os anos nos Estados Unidos? Tudo isso é pode ser aproveitado não só na alimentação de animais, mas também na de seres humanos.

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Para atender as necessidades nutricionais de uma população em crescimento, vamos explorar a última fronteira das proteínas: os insetos. Eles se reproduzem rapidamente e exigem uma espaço de terra muito pequeno para serem criados. Neste novo sistema alimentar, veremos os insetos entrarem no nosso abastecimento alimentar, primeiro na nutrição animal e, ao longo do tempo, como produtos alimentares humanos.

As embalagens serão feitas a partir de novas substâncias, oriundas de outros alimentos. Isto permite que estes produtos sejam biodegradáveis. Elas não se acumularão e entoxicarão os oceanos como acontece hoje com o plástico. Do “couro” derivado de cogumelos ao “plástico” sintetizado a partir de conchas de camarão, estas novas embalagens vão das cinzas às cinzas, do pó ao pó, como matéria orgânica de volta em nossos solos e oceanos.

Sendo biológicas, estas embalagens poderão mudar de cor para indicar que o produto passou da validade. O macarrão fusilli poderá transformar-se de uma folha lisa ao formato espiral característico somente quando estiver perfeitamente al dente. Dados de espectroscopia genômica e química serão tão baratos e difundidos que sua comida lhe dirá quais nutrientes estão contidos nele. Você não precisará mais das informações dos rótulos.

Digitalização
Atualmente, o alimento é a cadeia de suprimento menos digitalizada de qualquer setor. A recente proliferação de aparelhos inteligentes como telefones celulares, dispositivos portáteis, tablets e sensores baratos e sofisticados, além de avanços em robótica, possibilitam a coleta e análise de dados independentes, à medida que os alimentos são cultivados no campo e viajam pelo sistema alimentar até o nosso garfo. As decisões sobre a fazenda não serão mais tomadas por meio de observações humanas e técnicas de tentativa e erro. As decisões sobre como cultivar alimentos e o quanto colher serão baseadas na medição e análise de ecossistemas de biodiversidade com coleta de dados digitais, big data e análises sofisticadas.

Os dados digitais armazenados “na nuvem” e facilmente acessíveis e compartilháveis ao longo da cadeia de abastecimento, propiciam um fornecimento de alimentos mais transparente e com muito menos desperdício. Não será mais necessário produzir em grande escala para depois empurrar tudo para o início da cadeia de abastecimento – desperdiçando metade dele ao longo do caminho. Em vez disso, faremos previsões sofisticadas para produzir exatamente o que é necessário, quando for necessário. Vamos desperdiçar menos.

Toda transformação em nosso sistema alimentar – desde o surgimento da agricultura até a industrialização – resolveu um problema de um sistema anterior. A próxima transformação está em nossas mãos: ecossistemas diversificados, novas culturas alimentares e o poder da computação moderna formam estes pilares. São muitos os motivos para estarmos otimistas. Diariamente, vejo empresas (grandes e pequenas), organizações governamentais e organizações sem fins lucrativos que estão inovando e colaborando para criar este novo sistema. Os três pilares que apresentei são tecnologias e inovações que se fundamentam no presente. Eles existem agora! Precisamos apenas usá-los, implantá-los e cultivá-los. É um momento emocionante para trabalhar no sistema alimentar.

Eu me pergunto, porém, quais serão as conseqüências não intencionais?

 

 

Impact Farm: sistema produz até 6 toneladas de alimentos em 163 metros quadrados!

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Transformar pequenos espaços em áreas produtivas é uma das grandes soluções para garantir a segurança alimentar nos centros urbanos. Já são inúmeras as experiências de sucesso mundo afora (exemplos não faltam aqui no blog), como é o caso do Impact Farm, um sistema criado por dois jovens dinamarqueses engajados em melhorar a segurança alimentar, reduzir a pegada ecológica e gerar empregos.

Para alcançar este objetivo, Mikkel Kjaer e Ronnie Markussen criaram uma estrutura projetada para ser autossuficiente em água, calor e eletricidade. Todo o espaço necessário para a instalação do sistema é de apenas 163 metros quadrados, onde é possível produzir ervas, verduras, legumes e plantas frutíferas.

A área é suficiente para colher de três a seis toneladas de alimento ao ano, dependendo do modelo escolhido. Segundo os criadores, o de menor capacidade é indicado para pequenos comerciantes e restaurantes. Já, o modelo mais potente pode ser usado para distribuir alimentos em escolas, creches, asilos e muito mais.

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Os jovens não se preocuparam apenas com a funcionalidade, mas também com a estética do projeto. A ideia era ter uma fazenda urbana bonita e que ajudasse a revitalizar espaços abandonados ou inutilizados nas cidades, como estacionamentos ou vãos de prédios. O sistema modular é feito a partir de materiais reaproveitados e pode ser desmontado e transportado para outros locais, conforme necessário.

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+ Com informações do site Ciclo Vivo.

Professor cria hortas pedagógicas em terrenos abandonados do Bronx

Há alguns anos, o professor Stephen Ritz, que trabalha em uma escola no Bronx, em Nova Iorque, teve uma pequena grande ideia. Ao preparar uma horta, ele  percebeu que esta prática poderia se tornar uma atividade pedagógica simples, mas de grande impacto na vida dos seus alunos.

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Em 2009, Ritz e seus alunos montaram uma horta vertical, iluminada por lâmpadas LED. De uma tacada só, ele aplicou conhecimentos de Ciências, Matemática, Tecnologia e Nutrição. Esse foi o pontapé da Green Machine Bronx, um projeto que transformou 100 terrenos baldios da região em hortas e atualmente serve de exemplo para mais um monte de hortas urbanas.

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Ritz foi premiado Educador do Ano 2015 da Elementary School – Prêmio Bammy e deu trabalho ganhou destaque em várias plataformas e meios de comunicação, como a palestra do TED compartilhada neste post.

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+ Com informações: Somos Verdes

Ernst Götsch e a Agricultura Sintrópica

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Você sabe o que é uma agrofloresta? O trabalho que o suíço radicado no Brasil, Ernst Götsch, faz no sul da Bahia é absolutamente impressionante! Ele desenvolve técnicas de recuperação de solos por meio de métodos que impulsionam a regeneração natural das florestas, de forma minimalista e com muita observação e conhecimento.

Hoje, depois de mais de 30 anos de trabalho, 480 hectares de terras degradadas foram recuperadas e Götsch elaborou um conjunto de princípios e técnicas que viabilizam integrar produção de alimentos à dinâmica de regeneração natural das matas, batizado de Agricultura Sintrópica.

Com esta proposta inovadora, Ernst constatou que, além das colheitas abundantes em um solo antes morto, um microclima passou a se desenvolver na fazenda, com 14 nascentes de água recuperadas e uma rica fauna que voltou a povoar a região. Desde então, o modelo de Agricultura Sintrópica tem sido disseminado e adaptado a diferentes regiões e climas.

O belíssimo vídeo abaixo é fruto Projeto Agenda Götsch, a partir do qual dois jornalistas, Dayana Andrade e Felipe Pasini, visitaram a fazenda de Ernst para registrar conceitos, implantações e manejos do agricultor. No site do projeto, exitem outros vídeos que tem como objetivo ajudar produtores de todo o mundo a adotar técnicas agrícolas verdadeiramente sustentáveis.

Vida em Sintropia foi uma edição feita especialmente para ser apresentada em eventos na COP21, realizado em Paris no ano passado, com um compilado de experiências expressivas em Agricultura Sintrópica, em imagens e entrevistas inéditas.

Você conhece o Sustentáculos?

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O que é “sustentabilidade”? E “desenvolvimento sustentável”? Muitas vezes, seja na mesa do bar ou em sala de aula, explicar estes conceitos podem ser tornar verdadeiros desafios didáticos para educadores que trabalham de alguma forma com estes temas.

Uma das principais apostas da Agenda 2030, lançada há um semestre em cúpula da ONU da qual participaram representantes de 193 Estados, é que, ao longo dos próximos 15 anos, todos tenhamos os conhecimentos necessários à promoção de seus 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). E agora?

É nesse embalo que o Sustentáculos, uma plataforma idealizada por José Eli da Veiga, acaba de ser lançada com o objetivo de facilitar o acesso aos melhores conteúdos, tanto sobre os aspectos mais conceituais quanto sobre cada ODS.

O Sustentáculos está organizado em dois conjuntos: um, mais conceitual, desenrola a questão em oito temas, cada um apresentado por vídeos bem enxutos e diretos, acompanhados de documentos complementares; e o outro é dedicado aos 17 ODS, também acompanhados de vídeos, links e outras referências complementares.

Visita recomendada não só para educadores, mas também para quem tem interesse no tema, principalmente pelos conteúdos complementares. Tem muita coisa boa. Entra lá no Sustentáculos!

Cerveja inglesa é feita com sobras de pães que iriam para o lixo

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A Toast Pale Ale é uma cervejaria inglesa diferente: ela dá nova vida a pães que iriam direto para o lixo. A empresa corta, torra e amassa os pães para fazer farinha de rosca e incluí-la no processo de fermentação. O pão torrado acrescenta notas de caramelo que conferem um sabor maltado semelhante ao das cervejas Amber Ales.

A Toast Pale Ale foi premiada recentemente como “melhor novo conceito” pelo FoodBev Awards e também elogiada pelo chef de cozinha Jamie Oliver. O inglês Tristram Stuart é o responsável pela concretização do projeto. Ele é autor do livro Waste: Uncovering the Global Food Scandal, obra que chama atenção para o desperdício de alimentos e foi indicada ao prêmio James Beard Foundation Awards.

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Os pães vêm de fontes como padarias artesanais e fabricantes de sanduíches e, segundo um dos responsáveis pelo projeto, Andrew Schein, o sabor não varia muito de acordo com o tipo de pão, por isso, tanto o branco, quanto o escuro ou integral são aproveitados no processo de fabricação.

De acordo com a empresa, quase metade (44%) do pão produzido no Reino Unido é jogado fora ao longo da cadeia de fornecimento. Padarias têm, frequentemente, sobras de pão no final do dia. A demanda é afetada por muitos fatores, incluindo o tempo ou descuido no gerenciamento de estoque.

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Os supermercados também são responsáveis por muito pão indo parar nas lixeiras, por terem passado da validade, embora ainda sejam perfeitamente comestíveis. Os fabricantes de sanduíche, por sua vez, costumam descartar a primeira e ultima fatia no preparo dos sanduíches. E tome mais pão no lixo!

Os lucros obtidos com a venda das cervejas são revertidos para a Feedback, organização que combate o desperdício de alimentos,  com o objetivo de reduzir o impacto ambiental e melhorar o valor social do sistema alimentar. Além disso, em uma atitude open source, a Toast incentiva que mais pessoas transformem restos de pães e cervejas e disponibiliza a receita completa para quem tiver interesse em experimentar em casa.

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+ Com informações do site eCycle.